BH é eleita melhor capital do Brasil por instituto de pesquisa

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Belo Horizonte foi eleita a melhor capital do país em levantamento feito pela empresa de consultoria Delta Economics & Finance, especializada em pesquisas econômicas e financeiras. O estudo, publicado em outubro pela revista América Economia Brasil, avaliou 5.564 municípios brasileiros, considerando um conjunto de 77 atributos distribuídos em 10 dimensões. Essa análise gerou o Índice das 100 Maiores e Melhores Cidades do Brasil (BCI 100). BH conquistou o posto de melhor cidade entre todas as capitais do país, alcançando 72,42% da pontuação possível, e o 2º lugar geral, sendo superada apenas por Santos, no litoral paulista. 

A pesquisa tem objetivo de mensurar o desenvolvimento socioeconômico das cidades brasileiras e dos habitantes, tendo como principal foco as condições de vida em cada uma delas. Para isso, foram avaliados os trabalhos realizados pelos municípios nas áreas de educação, saúde, finanças, segurança, digital (oferta de internet banda larga à população), economia (desigualdade social e percentual de empregados), domicílios (serviços de água, energia e saneamento básico), bem-estar (taxa de mortalidade infantil e expectativa de vida), governança (Plano Diretor, Lei de Uso e Ocupação de Solo e Plano Municipal de Redução de Riscos) e geral (escolaridade do prefeito e o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal –

As informações utilizadas pela Delta Economics & Finance, para a produção do BCI 100, foram coletadas entre agosto e setembro de 2014, e são provenientes de fontes primárias obtidas da administração pública, bem como de órgãos e instituições governamentais e disponibilizadas pelas seguintes fontes: Atlas do Desenvolvimento Humano do Brasil 2013, uma iniciativa conjunta do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e da Fundação João Pinheiro (FJP); Ministério das Comunicações, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Secretaria do Tesouro Nacional (STN), Ministério da Fazenda, Secretaria Nacional da Juventude (SNJ), Secretaria-Geral da Presidência da República, Conselho Federal de Medicina e Conselho Federal de Odontologia.

Foram analisados 77 quesitos, divididos em 10 dimensões:

Geral (2)
Escolaridade do prefeito e Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM).

Governança (27)
Indicadores relacionados ao Plano Diretor, Lei de Uso e Ocupação do Solo, Plano Municipal de Redução de Riscos, Plano de Saneamento Básico, Plano Municipal de Políticas para Mulheres, assim como questões relacionadas ao meio ambiente e ao funcionalismo público.

Bem-estar (5)
Temas ligados à expectativa de vida, como taxa de mortalidade infantil, probabilidade de sobrevivência até os 60 anos e esperança de vida ao nascer.

Econômica (10 )
Indicadores referentes à desigualdade social, renda per capita, proporção de indivíduos pobres e percentual de empregados.

Finanças (4)
Indicadores sobre despesas e receitas do município.

Domicílio (5)
Análise sobre dados de serviços prestados (água, energia, coleta de lixo e saneamento básico).

Saúde (10)
Número de unidades de pronto atendimento e de pronto socorro, assim como de tomógrafos, leitos hospitalares, médicos e cirurgiões-dentistas.

Educação (10)
Taxas de analfabetismo, frequência escolar, expectativa de anos de estudos aos 18 anos e Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Segurança (2)
Taxas de homicídio e assassinato de jovens.

Digital (2)
Existência de acordo para oferta de banda larga popular e do Canal da Cidadania (conjunto de canais públicos explorados por órgãos para transmitir atos oficiais e programações das comunidades locais).

Fonte: EM

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